É difícil acreditar, mas a tentativa aqui é a de se fazer um blog cidadão, um blog notícia, um blog denúncia. Na humilde série de posts sobre o Campus Party, venho alertando as pessoas sobre o perigo de se participar do evento. O negócio é mais embaixo nesse lance de festa da tecnologia. Inexistem, nos tempos atuais, nerds indefesos, inofensivos e comedores de meleca.

Depois de dias expostos aos efeitos da bomba álcool mais banda larga altamente veloz, o ambiente do evento começa a tornar-se consideravelmente hostil e suspeita-se da existência de mulas traficando entorpecentes pesados dentro do galpão. Fora, as drogas que comandam são os salgados vendidos na área “Chiqueiro”.

Pro nariz, agora, é só pó branco que essa moçadinha quer.

Reparem, lá pelas tantas, no menino travesso do vídeo acima, que cultiva no cocuruto um artrópode de pelúcia qualquer sem um motivo lógico identificável (e quem está doidão precisa de motivos?). Depois de supostamente mandar vários tirinhos e sem dormir durante mil horas, o meliante encasqueta-se com o rapper/funkeiro (!!) carioca (!!!) que se apresentava no palco. Não satisfeito, chama pra briga um corintiano (!!!!!), numa evidente ausência de amor próprio que apenas os dependentes químicos mais hard users apresentam como sintoma. É muita coragem e muito desprendimento (!!!). É muito pó dentro da naga, doidera na cabeça e pontos de exclamação exprimindo terror(!!!!!!!).

O depoimento no final do vídeo só a medicina poderá explicar ao mundo um dia.

Menos mal, ainda não circulam notícias sobre o comércio do sexo, estupros nas barracas, masturbação coletiva nos chuveiros ou a armação de uma suruba generalizada – fato já comentado aqui antes. A ausência desse pilar fundamental da loucura, misturado ao uso de farináceos, explicaria vários comportamentos raivosos da galerinha que está sempre atrás de uma farinha, loucura, na pane. Mas ainda há esperança, ah, se há!, de que estes tranquinas experimentem a chance de se livrar do vício e de que já tenham usado preservativos alguma vez na vida. E que essa última não tenha sido desperdiçada fazendo bexiga d’água a fim de jogá-la num cara que é bobo, feio e malvado por não tocar Iron Maiden ou aberturas de desenho animado japonês.

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