E aí tem esse ferinha que escreveu o discurso de ontem do Baraquis. Sim, porque se o Nizan pode abusar da sua senilidade e bolar um axé vergonha alheia grudando com sujeira de nariz a posse do negão e o nosso carnaval, eu me dou o direito de chamar o presidente do mundo até de “cumpádi”, ah! se me dou. Jon Favreau tem 27 anos, um jovem mancebo que com esse feito desqualifica um bom número de pessoas que nessa idade ainda não saíram da casa dos pais.

Mas o que realmente impressiona a moçadinha não é a sua breve existência e a carga brutal de responsabilidade embutida na tarefa de convencer milhões de fodidos que tudo ficará bem, algum dia que seja, tomara.

O que se vê, se lê e se ouve com um destaque esquisito é que o discurso foi feito num Starbucks (!!!) qualquer.

E se ele estivesse criando num banheiro, como seria?

E se ele tivesse criado num banheiro, como seria?

Grandes compositores, poetas, escritores e personalidades produziram conteúdos magistrais e revolucionários em botecos mais sinceros e, de quebra, com uma política de preços bem mais justa que a boutique de cafés gringa. Produziram o tanto quanto ou mais, arrisco um chute. E com bem menos, arrisco outro.

Mas tudo bem, mas tudo certo. Não basta ele ser bom com as palavras. O João é de fato muito descolado! Só falta confirmarem que ele redigiu o falatório num MacBookAir, que avisou o Obama sobre a finalização do job pelo Twitter, que seus pais (ou mães) são homossexuais e que ele usa ecobags quando vai ao super no fim de semana.

Aí sim teremos a nossa redenção.

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